Resenhas

Uma Semana para se Perder de Tessa Dare (Spindle Cove #2)

Quem me conhece sabe que eu adoro um lindo clichê. E quem leu o primeiro livro da série Spindle Cove percebeu que o nosso libertino Colin e a nossa “nerd” Minerva brilharam! Eles chamaram a atenção e ganharam um livro. Minha ansiedade ficou lá em cima quando soube que seria um livro deles. E toda a minha ansiedade foi sanada com uma leitura maravilhosa, divertida, romântica e fofa. Gente, Uma Semana para se Perder entrou nos meus favoritos sem medo.

uma_semana_para_se_perder_1437575664517285sk1437575664bNossa mocinha é a Minerva Highwood. Ela foi para em Spindle Cove com sua mãe e suas irmãs. Sua mãe tinha a esperança que ela virasse uma moça “normal” para um dia conseguir um casamento decente. Minerva é o oposto do que toda garota daquela época deveria ser. Não tão bonita para os padrões, inteligente, se autonomeia cientista e não tem pretensões de se casar.

Quando Minerva conheceu o nosso mocinho, Colin ou Lorde Payne, foi ódio instantâneo. A mãe de Minerva estava jogando o Lorde para uma das irmãs dela. Minerva simplesmente não o suportou. Colin é um libertino, canalha e inconsequente. Ele possui um título e possui riquezas, mas não sabe se portar e nem faz questão disso. Colin só pensa em mulheres e não quer assumir responsabilidade nenhuma.

Obviamente Colin não gosta de Minerva. Acha a garota chata, metida a inteligente e meio feia. Porém uma série de acontecimentos fazem os dois se aproximarem e eles percebem que possuem um objetivo em comum: sair de Spindle Cove. Colin quer fugir dos olhos de seu primo que insiste em mandar nele e Minerva quer ir a um simpósio de ciência na Escócia. Minerva sabe que sua mãe nunca vai deixa-la ir para outro país a fim de assuntos científicos, por isso ela decide que por mais que Colin seja desprezível, ele poder ser sua única salvação. Ela precisa convencer Colin a leva-la para Escócia.

Minerva oferece o seu prêmio, que ela tem certeza que vai ganhar quando apresentar sua inovação no simpósio, para Colin. Mas se os dois fugirem toda a população de Spindle Cove vai supor que os dois fugiram porque estavam apaixonados, mas Minerva mostra a Colin que não esta nem ai para o que os outros vão pensar. Ela tem grandes chances de ser arruinada e nunca conseguir um marido, porém Minerva nunca pesou que conseguiria um, então para ela não iria fazer diferença.

Nessas trocas de confidências, sonhos e uma viajem prá lá de engraçada, Minerva e Colin vão se apaixonando. Os dois são opostos, mas quando estão juntos se completam! A parte mais linda desse livro é como Colin se apaixona por Minerva. Ele vai se encantando por ela e quando vê já está caidinho de amores pela cientista.

Além da parte romântica e engraçada, temos um pouquinho de superação também. Colin perdeu seus pais muito cedo, por isso ele tem alguns probleminhas que o fez ser quem é. Minerva consegue sondar e aplacar esses problemas e temores que Colin guarda dentro de si.

É clichê? Sim, muito! Mas é fofo demais ver uma garota super inteligente para a sua época, uma garota que desistiu de encontrar um homem que a ame, pois sua mãe diz que ela nunca vai conseguir ninguém, ser a mulher dos sonhos de um libertino. FOFO!

Um beijo da Anne!

“Mas Minerva era diferente. Ela sempre foi diferente. Das Três irmãs Highwood, ela era a única com cabelos escuros, a única que usava óculos e a única que preferia botas com cadarço a sapatilhas de seda. E também era a única que se preocupava com as diferença entre rochas sedimentares e metamórficas. A única sem pretendentes, e sem reputação para proteger… Sem graça, estudiosa, absorta, desajeitada com os cavalheiros. Em poucas palavras: sem salvação.”

“”Devo dizer, Melinda, que está é uma surpresa e tanto.”
“Meu nome é Minerva.”
“Claro, claro.” Ele inclinou a cabeça. “Eu não reconheci seu rosto sem o livro na frente.””

“Impossível? Por que é impossível que um homem se apaixone por uma garota improvável? Talvez Minerva não seja a garota mais bonita do local, mas pode ser que Lorde Payne tenha visto beleza em sua mente curiosa, ou em seu espírito independente. Será que é mesmo tão impossível que uma garota imperfeita seja perfeitamente amada?”

“Como eu ia dizendo, querida, eu amo que você chame as coisas pelos nomes certos. Que você tenha coragem bastante para chamar uma teta de teta, um pênis de pênis. Mas, acima de tudo, amo que, mesmo depois dessa semana louca e inconsequente comigo – mesmo com seu coração, sua reputação e seu futuro em jogo – você foi corajosa o bastante para chamar amor de Amor”

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2 comentários em “Uma Semana para se Perder de Tessa Dare (Spindle Cove #2)

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